Derrocagem no canal não deve afetar atividades pesqueiras

> Publicado 11 junho - Leitura Read

Novas visitas serão feitas às comunidades pesqueiras para esclarecer possíveis dúvidas restantes.

Derrocagem no canal não deve afetar atividades pesqueiras
 

Longe das atividades pesqueiras, a área de desmonte das rochas está localizada no canal de navegação, sendo destinada para acesso dos navios ao porto e, por motivos de segurança, a pesca já é proibida pela Marinha no canal.

De acordo com Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da empresa pública que administra a área, “a obra seguirá todos os protocolos de segurança e será realizada de forma controlada, com todos os cuidados para o meio ambiente, para a população que vive nas proximidades e para o porto." 


Ainda assim, todas as prevenções para evitar acidentes serão adotadas e as atividades terão o apoio da Capitania de Portos para evitar o fluxo de pequenas embarcações nos momentos de desmonte.

  

Além das etapas de audiência pública, realizadas para obtenção da Licença de Instalação 1144/2016, os pescadores da região foram convidados para a apresentação das obras e receberam os materiais de comunicação sobre o tema. 



Nos momentos em que a obra ocorrer dentro do limite do canal de navegação, o mesmo estará obstruído pelos equipamentos e a passagem de embarcações estará impedida. 


Nesta situação, para permitir as manobras dos navios na região, haverá a suspensão das operações de derrocamento dentro do canal, considerando uma janela diária para as manobras: entre as 4 horas antecedentes à preamar, estendida até 2 horas após a preamar (total de 6 horas).


Adicionalmente, parte do fluxo de navios será feito pelo canal de acesso alternativo, o Surdinho, que já recebe nova sinalização náutica.


Graças à dragagem realizada no ano passado, o trecho conta hoje com calado de 12 metros e garante a segurança na entrada e saída de navios de grande porte.


Finalizada a obra, a empresa fará uma batimetria de categoria A, que mede a profundidade da área e é usada para garantir a segurança e a eficiência do tráfego de embarcações. 


Os resultados desta medição serão encaminhados à Marinha para validação e determinação de um novo calado, que corresponde à altura de água necessária para o navio flutuar livremente.


Fonte: Portos do Paraná


Redação da Maré.

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