Nova Lei do Gás traz expectativas de oportunidades para Wilson Sons

> Publicado 23 junho - Leitura Read

No último ano, a Companhia realizou mais de 25 operações especiais, que incluíram serviços ao setor de gás.
Nova Lei do Gás traz expectativas de oportunidades para wilson Sons
                                

A nova Lei do Gás pode gerar investimentos de até R$17,1 bilhões e a Wilson Sons sente-se preparada para atender o crescimento desse mercado.

 

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), esses investimentos são para construção de Unidades de Processamento de Gás Natural e Terminais de GNL.  


No último ano, a divisão de Rebocadores da Companhia realizou mais de 25 operações especiais, que incluíram serviços ao setor de gás natural ou GNL, como o apoio a navios gaseiros e FSRUs (sigla em inglês para Unidade de Armazenamento e Regaseificação de Gás Natural), bem como ao setor de O&G no apoio às FPSOs (sigla em inglês para Unidade flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência) e sondas de perfuração.


“Hoje temos uma frota de 80 rebocadores, a maior do Brasil, espalhados por toda a costa brasileira. 


Quatro são modelos escort tug, de grande potência, e aguardamos uma nova série de seis novas unidades dessa classe, que começaram a ser construídas este ano no estaleiro da Companhia no Guarujá (SP)”, conta Elísio Dourado, diretor comercial da divisão de Rebocadores da Wilson Sons.


Entre os clientes atendidos no segmento pelos rebocadores da Wilson Sons, está a Celse (Centrais Elétricas de Sergipe), que opera a Usina Termoelétrica Porto de Sergipe (UTE). 


Com 1,5 GW de capacidade instalada, a UTE de Sergipe é abastecida por um terminal de regaseificação, capaz de estocar até 170 mil metros cúbicos de GNL e regaseificar até 21 milhões de metros cúbicos de gás por dia. 


Para se ter uma ideia, o gasoduto Bolívia- Brasil, um dos mais importantes do país, pode transportar 30 milhões de metros cúbicos por dia.


Os rebocadores da Wilson Sons atuam em operações ship to ship (transferência de carga de navio para navio) para abastecimento do terminal. 


“São operações de grande complexidade e exigem um alto nível de segurança, com planejamento e treinamento adequados. Contar com um parceiro com a experiência da Wilson Sons é um diferencial”, destaca Lucas Buranelli, gerente de operações de terminal GNL da Celse.


Hoje, a unidade de negócios de Rebocadores tem status de classe mundial em segurança, com base em padrões definidos pela Du Pont, consultoria referência no setor. 


Nos últimos dois anos, foram realizadas 14 campanhas voltadas para SMS e acumuladas mais de 75 mil horas de treinamento. 


A empresa conta também com a Central de Operações de Rebocadores (COR), que monitora as embarcações 24 horas por dia, 365 dias por ano, e utiliza tecnologias como Inteligência Artificial, big data, entre outras.


Os terminais de GNL também são vistos no Brasil como uma alternativa para a monetização de gás do pré-sal. 


Outra oportunidade são os projetos envolvendo a cabotagem e a comercialização do GNL em pequena escala (também chamado de “small scale LNG”). 


O objetivo é atender a demanda de gás no interior do País, onde não há gasodutos para levar o combustível. 


“Atualmente, o gás chega a um território muito restrito, mas com as novas medidas para o setor e um maior investimento na infraestrutura para o seu escoamento, será possível transportar o GNL em volumes maiores a preços competitivos. 

 

É uma opção à lenha, ao carvão e também à gasolina, diesel e óleo pesado”, destaca Buranelli.

 

Para Elísio, o mercado de gás natural brasileiro está passando por uma grande transformação, com um potencial de investimentos na geração de energia termelétrica, na indústria como matéria-prima, na substituição do diesel e óleo combustível. 


“O gás natural tem papel significativo para a diversificação da matriz energética brasileira e é chave para a transição para uma economia de baixo carbono”, ressalta.


Com presença nacional, a Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes.


fonte: SEGS
Redação da Maré.

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