Exportação de suínos em Santa Catarina cresce quase 30% em julho

> Publicado 18 agosto - Leitura Read

Principal produtor e exportador de carne suína do Brasil, Santa Catarina segue ampliando sua presença no mercado internacional.

                          
Exportação de suínos em Santa Catarina cresce quase 30% em julho


 

Em julho, o estado de Santa Catarina alcançou um crescimento na exportação de suínos de 29% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi um faturamento de US$133,5 milhões, com 53,2 mil toneladas embarcadas. 


Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).


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“O agronegócio catarinense continua a crescer. Seguimos aumentando nossas exportações, tanto de carne suína quanto de aves, para os mercados mais exigentes do mundo. 


Esse é o resultado de toda força de trabalho dos nossos produtores rurais, cooperativas e agroindústrias, que contam com o apoio do Governo do Estado para que o agronegócio catarinense continue crescendo, se fortalecendo, gerando emprego para Santa Catarina e alimentando o mundo”, ressaltou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.


Em julho, Santa Catarina ampliou consideravelmente o faturamento com os embarques para mercados importantes como Chile (25%), Estados Unidos (70,9%) e Emirados Árabes (85,7%). 


O analista da Epagri/Cepa Alexandre Giehl explicou que, apesar dos bons resultados, o setor produtivo segue preocupado com os elevados custos de produção. 


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“Embora se observem leves melhorias nos preços ao produtor pagos nas primeiras semanas de agosto, essas variações ainda são insuficientes para cobrir os aumentos de custos dos meses anteriores”, destacou.


O estado respondeu por mais da metade (54,7%) do faturamento brasileiro com as exportações de carne suína em julho. 


O destaque de Santa Catarina vem pelo seu status sanitário diferenciado e pela qualidade de sua produção, que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo. 

 


O estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação.

Redação da Maré.

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