Transição energética transforma Fernando de Noronha em ‘Ilha Inteligente’

> Publicado 02 agosto - Leitura Read

Depois de Belle-Île-en-Mer (França) e Porto Santo (Portugal), agora é a vez de Fernando de Noronha, no Brasil. 

                               
Transição energética transforma Fernando de Noronha em ‘Ilha Inteligente’

A transição energética e a preservação da natureza em Fernando de Noronha, é um compromisso, em favor de um ecossistema inteligente, que o Renault Group decidiu assumir no Brasil desde 2019, ao iniciar uma parceria com o governo local por meio da assinatura do projeto “Noronha Carbono Zero”.


“O objetivo do projeto Noronha Carbono Zero é expandir o ecossistema energético do arquipélago, que hoje é essencialmente fóssil, e propor fontes de energia limpas e renováveis para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa”, explica Lívia Kinoshita, gerente de marketing da Renault do Brasil e responsável pela parceria no Renault Group.


O Renault Group é pioneiro no desenvolvimento de “ilhas inteligentes” e, por meio de sua marca Mobilize, continua inovando para fornecer aos territórios um conjunto de soluções e atingir a neutralidade de carbono. 


Declarado patrimônio natural da humanidade pela UNESCO, o arquipélago vai se converter em “território inteligente”


Carros elétricos, estações de recarga alimentadas por painéis solares e energia excedente fornecida à rede. 


O sistema de gestão da energia completo foi pensado para preservar a natureza e ajudar a comunidade local.


No Nordeste do Brasil, o arquipélago de Fernando de Noronha é conhecido pela diversidade de sua flora e fauna, cujas águas mornas e cristalinas abrigam tartarugas marinhas, arraias, golfinhos e tubarões. 


Mais do que nunca, a transição energética e a preservação da natureza é prioridade neste local. 


O compromisso das equipes do Renault Group no Brasil é trabalhar em todo o ecossistema energético do arquipélago. 


O projeto foi iniciado com o fornecimento de veículos 100% elétricos à administração da Ilha. 


Deste então, parte dos moradores locais se converteu à mobilidade elétrica por meio da aquisição de 24 veículos como Renault ZOE, Twizy e Kangoo Z.E.


“Paralelamente, estamos trabalhando para fornecer à ilha recursos para produção de energia limpa e renovável. 


Desde 2021, estamos disponibilizando, junto com nossos parceiros, um sistema público completo de recarga solar: desenvolvemos postos de recarga fotovoltaica e instalamos painéis solares nos tetos”, conta Lívia.


Cada eletroposto permite alimentar até seis veículos simultaneamente, fornecendo 26 MWh de energia por ano. Esta energia gerada equivale a 180.000 km rodados sem emissões, substituindo aproximadamente 20.000 litros de combustível fóssil. 


E o excedente de energia é enviado para a rede, para uso da comunidade local.


Em 2020, também foi assinado um acordo de cooperação técnica entre o Governo e a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). 


Ele permite a ativação de dois novos módulos de baterias solares fotovoltaicas, reforçando o sistema de armazenagem na ilha e duplicando o uso de energia limpa nos horários de pico.


“Este é um ecossistema completo de veículos elétricos, postos de recarga e armazenagem baseado em energia renovável, que estamos construindo aqui. Estamos dando um grande passo rumo à descarbonização deste local idílico”.


Os exemplos de Belle-Île-en-Mer, Porto Santo e o arquipélago de Fernando demonstram que existem caminhos possíveis para favorecer a implementação de territórios sustentáveis com pegada de carbono zero. 


Bastam apenas alguns ingredientes: adaptar os equipamentos a cada situação, seja em ilhas ou ambientes mais urbanos e, principalmente, aproveitar a energia do sol, que é um recurso inesgotável!


A ambição é que nenhum veículo térmico esteja rodando na ilha a partir de 2030.


Redação da Maré.

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