Portos do Paraná implementa nova Política de Consequências

> Publicado 11 setembro - Leitura Read

O desrespeito às normas pode levar  desde uma advertência orientativa, ou até ter o cadastro de acesso bloqueado por 30 dias. 

                             
Portos do Paraná implementa nova Política de Consequências


 

A partir do dia 25 de outubro, entra em vigor uma nova Política de Consequências implementada pela Portos do Paraná a todos os trabalhadores que adentrarem à faixa primária do Porto de Paranaguá.


“Fizemos uma atualização geral das Regras de Segurança e Trânsito nas áreas sob gestão da Portos do Paraná, e também criamos a Política de Consequências. 


Algumas dessas regras já existiam, melhoramos e incorporamos novos requisitos de forma a esclarecer melhor e eliminar situações que poderiam gerar dúvidas”, justifica o Gerente de Saúde e Segurança do Trabalho José Sbravatti, que pertence à Diretoria de Meio Ambiente (DMA). 


Dentre os principais requisitos que os usuários devem se atentar, estão:

  • o uso dos EPIs obrigatórios para a faixa portuária; 

  • circulação de pessoas somente em faixas de pedestre e o não uso de celular nos deslocamentos;

  • circulação de veículos com farol aceso, respeito à velocidade máxima de 30 km/h (haverá a implementação de radares móveis); 

  • alimentação em áreas operacionais (proibições e detalhamentos); 

  • proibição de fumar em áreas operacionais, somente em locais permitidos; 

  • proibição de fazer vídeos e fotos sem a devida autorização; dentre outras situações.


“Todo usuário que for acessar a zona primária deve estudar, compreender e ter total conhecimento dessas regras”, destaca Sbravatti. 


“É uma das competências da Autoridade Portuária fazer a fiscalização e quando ocorrer uma determinada infração, agir também de forma punitiva restringindo o acesso às nossas áreas. 


Nossa principal ferramenta de atuação é a abordagem comportamental, onde instruímos os trabalhadores quanto às normas e boas práticas de segurança, visando sempre a educação e incentivo à mudança de cultura dos trabalhadores. 


No entanto, as pessoas, trabalhadores e empresas que não estiverem atuando de acordo com todos os protocolos publicados pela APPA, e não estejam atendendo às regras de saúde e segurança do trabalho, meio ambiente, bem como requisitos operacionais e de segurança patrimonial, entendemos que os infratores devem ter seu acesso às nossas áreas bloqueado, em virtude dos riscos que acabam gerando às nossas áreas e aos demais usuários”, ressalta o Assessor Especialista em Segurança do Trabalho Felipe Zacharias.


A Política de Consequências foi criada com critérios conforme a severidade de cada infração, sendo aplicado o bloqueio em dias de sem acessar a zona primária. 


“É importante frisar que nós sempre fazemos a orientação preventiva para cada desvio detectado, e após as reincidências, os bloqueios poderão ser feitos tanto para pessoas, através do crachá, quanto para veículos, pela placa”, avisa Zacharias.


Conforme a natureza, a infração poderá ser de sete dias se for leve, 14, se for moderada, 21, graves e 30, para desobediências gravíssimas às normas.  


“Nosso objetivo é trazer clareza com a Tabela de Consequências, para que se tenha ciência que se cometer as infrações, e uma vez orientado ainda for reincidente, haverá punição.”, afirma Zacharias.


A fiscalização ficará a cargo da própria autoridade portuária. 


“Todas as equipes de fiscalização do Porto estão aptas a fazer os registros. 


É importante frisar que a gente nunca deixa de orientar os usuários, pois buscamos que todos tenham esse entendimento. 


Também iniciaremos as campanhas de divulgação pelos próximos 45 dias, para que todos tenham as informações e saibam onde buscá-las. 


Nossas equipes sempre estarão aptas a repassar todos os detalhes em caso de dúvidas”, finaliza Sbravatti.


Redação da Maré.

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