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  • Navios da Marinha do Brasil partem rumo à Antártica


    Créditos - Primeiro-Tenente (RM2-T) Thaís Cerqueira - Rio de Janeiro, RJ

    OPERANTAR garante a presença brasileira no continente gelado e o aprimoramento técnico-científico do País

    No domingo (8), o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” e o Navio Polar “Almirante Maximiano” deram início à 42ª Operação Antártica (OPERANTAR), uma das mais complexas e extensas operações realizadas, anualmente, pela Marinha do Brasil (MB), que busca apoiar a presença e as pesquisas brasileiras no continente austral, no âmbito do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR).

    Os navios, que devem voltar ao Brasil somente em abril de 2024, partiram da Base Naval da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, que recebeu os amigos e familiares dos tripulantes para uma despedida.


    Nesta edição da OPERANTAR, os militares darão apoio logístico a projetos de pesquisa, participarão do lançamento e recolhimento de acampamentos científicos e atuarão no levantamento hidrográfico, em proveito do “Plano de Trabalho de Hidrografia 2020-2023”, da Diretoria de Hidrografia e Navegação da MB.

    Realizadas durante o período de verão, as pesquisas científicas são desenvolvidas a bordo dos navios da MB, na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), em acampamentos isolados e em estações estrangeiras, por meio de cooperação entre os países.

    O Comandante do Navio Polar “Almirante Maximiano”, Capitão de Mar e Guerra Dieferson Ramos Pinheiro, destacou alguns dos desafios que envolvem a missão. “Algumas das dificuldades que devemos encontrar são as condições meteorológicas adversas, fatores psicossociais e o desgaste dos equipamentos do navio. Como estamos em um ano de El Nino, já estamos monitorando previamente a possibilidade de uma maior quantidade de gelo desprendido, o que representa um risco à navegação. Mas, a situação está sob controle”, afirmou.

    No mar, um dos mais conhecidos desafios da missão é a travessia do Estreito de Drake. A região é conhecida pelas piores condições meteorológicas marítimas do mundo, onde é comum encontrar ondas com mais de dez metros de altura.

    Para o Comandante do Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, Capitão de Mar e Guerra Marco Aurelio Barros de Almeida, o comando no mar durante a OPERANTAR representa a maior realização profissional da sua carreira. “A possibilidade de navegar em três diferentes oceanos, Atlântico, Pacífico e Antártico, além de cruzar pelo sempre tormentoso Estreito de Drake irá aflorar em mim o verdadeiro espírito dos homens do mar”, declara.

    Grupo-Base

    O início da 42ª OPERANTAR também marca a troca do Grupo-Base (GB) que atua na EACF. O GB é composto por quatro Oficiais e 13 Praças, responsáveis pela operação e manutenção de todos os sistemas da Estação, além de prover apoio à pesquisa científica.

    Os navios da MB partiram hoje com os 17 militares que integrarão o novo GB durante um ano. Esses militares passaram por um rigoroso processo seletivo com avaliações psicológicas, avaliação psicossocial, inspeção de saúde e, ainda, participaram do Treinamento Pré-Antártico.


    “O GB realiza, no período de nove meses, uma preparação completa visando guarnecer de forma segura e eficiente a ‘Casa do Brasil na Antártica’. Em fevereiro do próximo ano, a Estação completará 40 anos, sendo um motivo de orgulho pessoal fazer parte dessa longa história de sucesso, quanto à presença brasileira no sexto continente”, destaca o futuro Chefe do Grupo-Base 2023/2024 da EACF, Capitão de Fragata Wagner Oliveira Machado.

    Parceria com a Biblioteca Nacional

    Em uma parceria inédita, o “Ary Rongel” está levando uma seleção de 700 livros da Biblioteca Nacional para a EACF. O projeto visa levar cultura e entretenimento aos pesquisadores brasileiros que trabalham no continente antártico.


    PROANTAR

    O Programa Antártico Brasileiro busca promover a pesquisa científica diversificada e de alta qualidade na região antártica, com o intuito de compreender os fenômenos que ali ocorrem, que tenham repercussão global e, em particular, sobre o território brasileiro.


    Essas pesquisas também  garantem ao País a condição de Membro Consultivo do Tratado da Antártica, que assegura a participação do Brasil nas decisões sobre ao futuro do continente antártico.

    Anualmente, o PROANTAR apoia, em média, cerca de 20 projetos de pesquisa em diversas áreas como oceanografia, biologia, glaciologia, geologia, meteorologia, entre outras.


    Os projetos são selecionados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

    Além dos Navios “Ary Rongel” e “Almirante Maximiano”, participam do planejamento, coordenação e execução das OPERANTAR, a Força Aérea Brasileira; os diversos Projetos de Pesquisa selecionados pelo CNPq; o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC); o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); o Ministério das Relações Exteriores; as Estações de Apoio Antártico no Rio de Janeiro e em Rio Grande; e a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recurso do Mar (SECIRM).


    Reforço para as futuras OPERANTAR

    Em um futuro próximo, o apoio logístico prestado pela MB por meio das OPERANTAR ganhará um importante reforço. No último mês de maio, foi iniciada a construção do Navio Polar “Almirante Saldanha”, nas instalações do Estaleiro Jurong Aracruz, em Aracruz (ES). A embarcação, que deve ser concluída em 2025, substituirá o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, mas contará com maior autonomia, mais funcionalidades e recursos técnicos aprimorados, como os sistemas de navegação e de controle, que facilitarão maior aproximação da praia para desembarque de pessoal e material, em segurança. O novo navio permitirá também a redução do tempo de reabastecimento da EACF, em função dos guindastes com maior capacidade de carga e manobra, e será melhor equipado para o lançamento de acampamentos.


    Fonte: Agência Marinha de Notícias





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    Acordo que permite exportações pelo Mar Negro pode terminar hoje

      
    Acordo que permite exportações pelo Mar Negro pode terminar hoje
    Imagem: Serhii Smolientsev


    Um pacto que permitiu a exportação segura de grãos da Ucrânia pelo Mar Negro no último ano expirará no final desta segunda-feira (17), depois que a Rússia disse que suspenderá sua participação.

    O acordo, negociado pelas Nações Unidas e pela Turquia em julho passado, visava aliviar uma crise global de alimentos, permitindo que os grãos ucranianos bloqueados pelo conflito Rússia - Ucrânia fossem exportados com segurança.

    O último navio deixou a Ucrânia sob o acordo no domingo (16). A invasão da Rússia em fevereiro de 2022 e o bloqueio dos portos ucranianos do Mar Negro fizeram disparar os preços globais dos grãos. Ucrânia e Rússia estão entre os maiores exportadores de grãos do mundo.

    Quase 33 milhões de toneladas métricas de milho, trigo e outros grãos foram exportados pela Ucrânia sob o acordo.

    A Rússia notificou formalmente a Ucrânia, por meio da embaixada russa em Minsk, que estava suspendendo sua participação no acordo de grãos do Mar Negro.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres nesta segunda-feira que os acordos do Mar Negro deixaram de ser válidos hoje.

    "Infelizmente, a parte desses acordos do Mar Negro em relação à Rússia não foi implementada até agora, então seu efeito foi encerrado", afirmou.

    Ele disse que a decisão de não renovar o acordo não está relacionada a um ataque noturno na ponte entre a Rússia e a Crimeia, que ele chamou de "ato terrorista" e culpou a Ucrânia.

    Os militares ucranianos sugeriram que o ataque poderia ser algum tipo de provocação da própria Rússia, mas a mídia ucraniana informou, citando fontes não identificadas, que o Serviço de Segurança da Ucrânia estava por trás do incidente.

    A Rússia ameaçou sair do pacto porque suas demandas para melhorar suas próprias exportações de grãos e fertilizantes não foram atendidas. A Rússia também reclamou que não chegavam grãos suficientes aos países pobres. As Nações Unidas argumentaram que o acordo beneficia esses Estados, ajudando a reduzir os preços dos alimentos em mais de 20% globalmente.

    "Assim que a parte russa dos acordos for cumprida, o lado russo retornará à implementação deste acordo, imediatamente", acrescentou Peskov.

    A Alemanha continua apelando à Rússia para tornar possível uma extensão do acordo de grãos do Mar Negro com a Ucrânia, disse um porta-voz do governo em Berlim.

    Fonte: Agência Brasil

    Cabotagem ganha força logística em Manaus

    Cabotagem ganha força logística em Manaus
    Imagem: Hivecloud


    Em todo o Brasil, a cabotagem vem crescendo de maneira expressiva, em uma média anual de 8% na última década, segundo dados da Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (ABAC)

    O modal, que surgiu no final dos anos 90, tinha como objetivo criar uma alternativa ao transporte rodoviário, trazendo soluções logísticas aderentes ao mercado, aproveitando a extensa costa navegável do Brasil, que conta com mais de 8,5 mil quilômetros e liga o país de norte a sul. 

    Isto somado ao fato de que 80% do mercado consumidor brasileiro está localizado a até 200 km da Costa, faz da Cabotagem uma excelente e competitiva opção para o escoamento da carga que vem de Manaus.

    É evidente que a região amazônica exerce um papel crucial para o desenvolvimento industrial do país. De acordo com dados recentes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o Polo Industrial de Manaus (PIM) obteve recorde de faturamento, com R$ 174,1 bilhões em 2022. Entretanto, devido à sua localização, na Região Norte do País e no meio da Floresta Amazônica, sem opções rodoviárias para escoar sua produção, a integração da Zona Franca de Manaus ao restante do Brasil tem sido um dos grandes desafios para as empresas da região, forçando as companhias a repensarem suas estratégias logísticas.

    A cidade de Manaus e a Zona Franca estão localizadas próximas ao Rio Amazonas, e sem acesso terrestre a outras regiões do País, restringindo o transporte de cargas que tenham como origem ou destino o Polo Industrial a, praticamente, um único acesso através do Porto de Manaus.

    Atualmente, a capital do Estado do Amazonas conta apenas uma saída por via rodoviária, que liga Manaus ao Estado de Roraima, ainda mais ao norte do país, próximo à Venezuela. Desta forma, a integração com regiões prioritárias, como Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil, só é possível através do modal marítimo ou por uma combinação rodo-fluvial, através do Rio Amazonas, trajeto este realizado por balsa, elevando substancialmente o valor do frete e os riscos à segurança da carga. Neste sentido, a Cabotagem se apresenta como uma alternativa relevante para as empresas localizadas na região, tendo em vista os benefícios oferecidos por este modal.

    Atualmente, as operações vão muito além do transporte marítimo puro. A Cabotagem no Brasil é oferecida como parte de um transporte multimodal de cargas, que oferece serviços complementares, como armazenagem, transporte terrestre e gestão logística porta a porta.

    Além disso, o crescimento deste modal está diretamente ligado às vantagens oferecidas frente a outros modelos de transporte, benefícios esses que se intensificam quando inseridos no contexto da região norte do Brasil, sobretudo no Polo Industrial de Manaus.

    Tendo em vista o perfil de alto valor agregado das cargas que saem da região, compostas especialmente por eletroeletrônicos, linha branca e duas rodas, o alto nível de segurança, quando considerados os riscos de roubos, desvios, acidentes e avarias, é um dos principais diferenciais da Cabotagem em comparação a outros modais, especialmente em rotas longas, como por exemplo, de Manaus à região sudeste do Brasil, que chega a quase quatro mil quilômetros em estradas, aumentando em muito o risco de sinistros.

    Neste sentido, a cobertura de trajetos distantes com maior volume de carga torna-se um dos principais ganhos da Cabotagem em relação ao transporte rodoviário, uma vez que o navio conta com uma capacidade muito superior (de 1.000 a 1.500 vezes) a dos caminhões, minimizando ainda, a utilização de estradas muitas vezes sinuosas e irregulares, que ampliam os riscos de acidentes.

    O meio ambiente também é um dos grandes beneficiados pela adoção do modelo marítimo. De um modo geral, a emissão de CO² no transporte multimodal com uso da Cabotagem é muito menor do que a emissão decorrente do transporte rodoviário puro, no mesmo trajeto. Em determinados trechos, o volume de gases poluentes emitidos pelo modal marítimo é aproximadamente 80% menor, se comparado com a mesma carga transportada por meio de caminhões.

    Os desafios para a Cabotagem em Manaus

    Mesmo com todos os benefícios, a Cabotagem ainda enfrenta desafios para continuar crescendo e se manter como principal meio de transporte de cargas para o Polo Industrial de Manaus.

    Um dos principais fatores de gargalo para este crescimento é a diferença de “Transit Time” entre os modais, ou seja, o tempo levado para o transporte da carga do ponto de origem ao destino. Atualmente, o transporte por caminhões é, em média, dois dias mais rápido do que o marítimo, o que impacta diretamente as empresas que demandam o serviço, especialmente em determinado período do mês, frente às suas necessidades comerciais.

    Outro obstáculo com relação à logística em Manaus são os períodos de seca do Rio Amazonas e seus afluentes, um fator climático anual que impacta diretamente o transporte de cargas, sobretudo com relação a embarcações de grande porte. Para se ter uma ideia, no início de outubro de 2022, o Rio Negro anotou seu pior índice em 100 anos, ao registrar um nível de 13,56 metros. Neste sentido, ao ampliar a oferta de escalas no Porto de Manaus é possível fragmentar este transporte, reduzindo o risco de restrições de capacidade das embarcações.

    Desta forma, para que a Cabotagem se consolide na região e corrobora para solucionar os desafios logísticos existentes em Manaus, é imprescindível que os armadores entendam as principais demandas e dificuldades deste mercado e busquem soluções logísticas que minimizem seus efeitos, trazendo os benefícios amplamente conhecidos do modal marítimo no atendimento às demandas específicas daquela Região.

    Fonte: Abac

    MSC Lirica fará cruzeiros com embarques pelo porto de paranaguá

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    Imagem: MSC Cruzeiros


    O MSC Lirica fará cruzeiros de 7 noites, partindo de Paranaguá, com escalas em Itajaí, Punta del Leste e Buenos Aires

    As vendas para cruzeiros com embarques na cidade de Paranaguá, na temporada 2023/2024, já estão abertas. Serão 14 cruzeiros de 7 noites que visitarão as belas cidades de Itajaí, no Brasil, Punta Del Leste, no Uruguai, e Buenos Aires, na Argentina.

    A Companhia estima que mais de 10 mil turistas embarcarão e desembarcarão no Porto de Paranaguá. Além disso, são esperados mais de 41 mil turistas em trânsito na cidade, que terão a oportunidade de conhecer alguns pontos turísticos da região paranaense, como Morretes, Ilha do Mel e Guaratuba, por exemplo, além de Paranaguá.


    O MSC Lirica oferece uma experiência diferenciada de cruzeiro, centrada na elegância, conforto e hospitalidade, com 992 cabines. Uma atmosfera relaxante, com vistas internas magníficas do foyer e vistas externas para o oceano das janelas panorâmicas que vão do chão ao teto em diversos ambientes do navio. Há uma variedade de lounges e bares, incluindo o charmoso Beverly Hills Bar ou o tradicional Lord Nelson Pub, de estilo inglês, o local perfeito para um drink antes do teatro.

    Para as famílias, há uma área infantil criada em parceria com a LEGO e a Chicco, além do Spray Park, um divertido aquapark para as crianças, e duas piscinas, e ainda um programa completo de atividades hóspedes de todas as idades. O MSC Aurea SPA oferece um paraíso para quem deseja relaxar, enquanto o Broadway Theatre oferece entretenimento todas as noites. O elegante navio também conta com dois restaurantes principais, um buffet e o Kaito Sushi Bar, um popular restaurante de especialidades.

    Fonte: MSC Cruzeiros
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Irã apreende segundo petroleiro em uma semana, diz Marinha dos EUA

    Irã apreende segundo petroleiro em uma semana, diz Marinha dos EUA
    *Quarta-feira, 3 de maio de 2023. O Irã apreendeu um petroleiro de bandeira do Panamá no Estreito de Ormuz, a segunda captura por Teerã nos últimos dias, disse a Marinha dos EUA. (Marinha dos EUA via AP)
     

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    Turismo de base comunitária impulsiona economia na região ribeirinha do Pará

             
    Turismo de base comunitária impulsiona economia em povoados ribeirinhos do Pará
    *Alter do Chão, distrito de Santarém, no Pará/Foto: Felipe Mortara

    Empresa foca em sustentabilidade e revela visão futurista de embarcações

                                           
    Empresa foca em sustentabilidade e revela visão futurista de embarcações
              

    Veleiro atinge baleia gigante e afunda no Pacífico; tripulação é resgatada

    Baleia gigante afunda veleiro no Pacífico
    Foto: Joaquín Sarmiento/AFP/Getty Images
                                                  

    Ministério da Defesa digitaliza Título de Inscrição de Embarcação

    Ministério da Defesa digitaliza Título de Inscrição de Embarcação
    Imagem: Paraty Nautica
                                        

    União Europeia investe em construção de navio Ro-Ro movido a energia eólica

    Segundo os autores do projeto, a embarcação pode reduzir as emissões em até 90%.
                            
    União Europeia investe na construção de navio Ro-Ro movido a energia eólica
    Imagem: Wallenius Wilhelmsen rendering

    A União Europeia investe € 9 milhões (US$ 9,7 milhões) em financiamento para apoiar a construção do primeiro navio Ro-Ro movido a energia eólica.

    De acordo com os parceiros que trabalham no projeto liderado por Wallenius Wilhelmsen, eles continuam progredindo e, com o apoio do financiamento Horizon Europe da UE, planejam testes em meados de 2024 com o objetivo de começar a navegar no final de 2026 ou início de 2027.

    Conhecido como Orcelle Wind, o conceito foi traçado pela primeira vez em 2020, para um caminhão transportador de carro movido a vento usando o design atual de transporte roll-on roll-off. Eles prevêem uma embarcação de 722 pés com capacidade para mais de 7.000 carros, bem como equipamentos de carga e rolamento que seriam principalmente movidos a energia eólica. Wallenius Wilhelmsen projeta que a embarcação pode reduzir as emissões em até 90% se todos os fatores que influenciam as emissões estiverem alinhados.

                                  

    União Europeia investe na construção de navio Ro-Ro movido a energia eólica

    O projeto consiste em 11 parceiros, cada um trabalhando em diferentes aspectos do projeto e das operações do navio. O conceito que eles esperam aplicar de forma mais ampla na indústria naval é conhecido como Oceanbird, do qual o Orcelle Wind é o primeiro navio.

    Os parceiros estão trabalhando em diferentes aspectos do conceito, desde o design da embarcação até o roteamento climático e a orquestração da cadeia de suprimentos.

    “O financiamento da Horizon Europe mostra que o conceito resistiu ao escrutínio das autoridades de financiamento da UE e que eles tiveram confiança para dar seu apoio”, diz Roger Strevens, vice-presidente de Sustentabilidade Global da Wallenius Wilhelmsen.

    A bolsa será dividida entre os parceiros enquanto eles trabalham para refinar os conceitos e avançar para os primeiros testes. O projeto da UE disse que Wallenius Wilhelmsen é uma oportunidade sólida para combinar os investimentos necessários para demonstração em grande escala e captura de dados com modelos e ferramentas avançadas para embarcações de propulsão de asa.

    Além da embarcação do demonstrador, os parceiros usarão os modelos e ferramentas para desenvolver projetos conceituais avançados e planos operacionais para vários tipos de embarcações para aplicar a solução de asa.

    Nos próximos cinco anos, todos os aspectos de planejamento, construção e operação de uma embarcação movida a vento, o Orcelle Wind, serão concluídos. Atualmente, eles estão trabalhando para instalar um equipamento de teste de vela de asa em uma embarcação Wallenius Wilhelmsen existente. Eles aplicarão o financiamento da UE para este teste, incluindo um foco no treinamento da tripulação para a instalação da plataforma de teste na embarcação existente. O objetivo é realizar a manifestação durante meados de 2024.

    A Orcelle Wind é uma parte crucial da estratégia de descarbonização da frota de Wallenius Wilhelmsen. As empresas também acreditam que isso ajudará em um grande passo em direção a uma navegação verdadeiramente sustentável. É um dos vários projetos que acontecem em diferentes setores do transporte marítimo, buscando criar uma nova geração de embarcações eólicas para cargas e passageiros.

    Fonte: The Maritime Executive
    Imagens: Wallenius Wilhelmsen rendering

    Primeira balsa movida a GNL do Japão entra em operação

    O Sunflower Kurenai de 17.300 toneladas foi entregue no final de 2022 e os testes começaram em 13 de janeiro.
                            
    Primeira balsa movida a GNL do Japão entra em serviço
    Imagem: Sunflower Ferry Co.
     

    A primeira balsa movida a GNL do Japão marcou o início do serviço comercial da Mitsui O.S.K. Lines, como parte de seus esforços para reduzir as emissões nas operações domésticas da companhia de navegação.

    Atualmente, eles estão planejando um total de quatro embarcações bicombustíveis movidas a GNL para se juntar à crescente adoção mundial de GNL, inclusive nos segmentos de passageiros e balsas.

    O Sunflower Kurenai de 17.300 toneladas operado pela Sunflower Ferry Company do MOL Group foi entregue no final de 2022 e os testes começaram antes das operações comerciais em 13 de janeiro. Além de fornecer à nova embarcação sistemas bicombustíveis, ela também tem aproximadamente o dobro do tamanho da balsa mais antiga e apresenta um novo nível de luxo e comodidades para os passageiros nas viagens que duram cerca de 12 horas.
                         

    Primeira balsa movida a GNL do Japão entra em serviço

    Em comparação com as balsas anteriores, a nova embarcação oferece maior capacidade de transporte e conveniência para o transporte de cargas e passageiros.

    A empresa também está usando um método de abastecimento exclusivo para as novas balsas que fornecerão GNL durante as escalas no Porto de Beppu. Ao contrário de um método convencional de receber o abastecimento de combustível de GNL conectando um único caminhão-tanque a navios movidos a GNL, o skid permite que a balsa receba combustível de GNL de quatro caminhões-tanque simultaneamente, acelerando o processo.

    Após o Sunflower Kurenai, o Sunflower Murasaki deve entrar em serviço em abril de 2023 como o primeiro e o segundo navios movidos a GNL operados pela Ferry Sunflower. A empresa também planeja construir duas balsas de última geração movidas a GNL de 15.600 toneladas e colocá-las em serviço em 2025 para substituir as embarcações atualmente operando pela MOL Ferry Company na rota Oarai-Tomakomai.

                     

    Primeira balsa movida a GNL do Japão entra em serviço

    A MOL diz que expandirá ainda mais a adoção de embarcações movidas a GNL, acelerando seus esforços para reduzir as emissões totais de gases de efeito estufa. A empresa planeja expandir o uso de GNL em todos os segmentos de suas operações de navegação, bem como a exploração de futuros combustíveis alternativos.

                                  

    Primeira balsa movida a GNL do Japão entra em serviço

    Em todos os segmentos de navegação, a DNV informa que existem atualmente 355 navios movidos a GNL em serviço, com pedidos atuais definidos para aumentar o total para 870 navios movidos a GNL até 2028.

    Fonte: The Maritime Executive
    Imagens: Sunflower Ferry Co.

    Navios da Marinha visitam portos de Santos, Paranaguá e Itajaí

    Estão previstas visitações públicas aos navios, no período em que eles estiverem atracados.
                            
    Navios da Operação Aspirantex visitam os portos de Santos, Paranaguá e Itajaí
     
    Os Navios da Operação Aspirantex 2023, que acontece até 1º de fevereiro entre os estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina, partiram no dia 16 do Rio de Janeiro (RJ) com 291 Aspirantes da Escola Naval e mais de 2 mil militares distribuídos entre cinco navios da Marinha do Brasil (MB).
                                       
    Navios da Operação Aspirantex visitam os portos de Santos, Paranaguá e Itajaí
    NDM Bahia – G40

    A Operação tem o objetivo de contribuir para o incremento do adestramento dos meios navais e aeronavais da Esquadra, e para a familiarização dos Aspirantes com a vida no mar.

    Durante a Operação eles têm a oportunidade de colocar em prática os ensinamentos aprendidos em sala de aula e podem identificar suas aptidões. Esse também é o momento em que os Aspirantes do segundo ano fazem a escolha de Corpo e Habilitação, que definirá suas carreiras.

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    No período, serão executados exercícios militares entre os navios e aeronaves participantes, reforçando a presença da Marinha na nossa Amazônia Azul, tais como exercícios de navegação em baixa visibilidade e em canal varrido, trânsito sob ameaça aérea, trânsito com oposição de submarino, controle aéreo de interceptação, "Leapfrog" em que é treinada a manobra de aproximação e a manutenção da posição relativa dos navios, “Light-line” em que é exercitada a manutenção da distância relativa entre dois navios, por intermédio do cabo de distância, demonstração anfíbia, exercícios de ações de guerra cibernética, resgate de náufrago em grande escala, ação de presença na Bacia de Santos (SP), entre outras ações.
                                   
    Navios da Operação Aspirantex visitam os portos de Santos, Paranaguá e Itajaí
    Fragata Liberal – F43

    A Operação contará com a presença do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, do Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, do Comandante em Chefe da Esquadra, o Vice-Almirante Edgar Luiz Siqueira Barbosa e será comandada pelo Contra-Almirante André Luiz de Andrade Felix, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, responsável pelas atividades relacionadas à Aspirantex.
     



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    Visitação pública

    Estão previstas visitações públicas aos navios, no período em que eles estiverem atracados, nos seguintes períodos:
    - 21 e 22 de janeiro: Porto de Itajaí (SC) e Porto de Paranaguá (PR); e
    - 28 e 29 de janeiro: Porto de Santos (SP).
     

    Fazem parte da Operação

    Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”;
    Navio Doca Multipropósito “Bahia”;
    Fragata “Defensora”; Fragata “Liberal”; Fragata “Independência”;
    Grupamento de Mergulhadores de Combate;
    Aeronaves “Super Cougar” (UH-15 e AH-15B), “Seahawk” (SH-16), “Super Lynx”(AH-11B), “Esquilo” (UH-12), “Skyhawk” (AF-1) e Bell Jet Ranger III (IH-6B);
    Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf);
    Aeronaves da Força Aérea Brasileira.

    FONTE: Agência Marinha de Notícias

    Maior veleiro do mundo concilia luxo e sustentabilidade

    Usando a habilidade artesanal francesa, o design é voltado para evocar memórias da era de ouro dos cruzeiros míticos.
                   
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    O maior veleiro do mundo estreia como a primeira incursão no mundo dos cruzeiros de luxo da Accor. O novo empreendimento da Expresso do Oriente, tem 220 metros de comprimento e sistema que reduz o impacto ambiental.

    Mais de 140 anos depois que o trem de luxo Orient Express original entrou em operação, o maior grupo hoteleiro da Europa estreará o Orient Express Silenseas.

    Inspirado no legado da viagem de trem mais glamorosa do mundo e celebrando a arte de viajar, o navio será lançado em 2026.

    Abrangendo cerca de 220 metros, o projeto é do arquiteto Maxime d'Angeac, que também é responsável pela recente reformulação do lendário trem da Accor. Usando a habilidade artesanal francesa, o design é voltado para evocar memórias da era de ouro dos cruzeiros míticos.
                           
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    Além de ter interiores espetaculares, o navio funcionará com tecnologia de propulsão híbrida, combinando energia eólica e um motor movido a gás natural liquefeito. Também há planos para substituí-lo por hidrogênio verde assim que a tecnologia for aprovada para navios de passageiros oceânicos, em um esforço para ajudar a inaugurar uma nova era de navegação sustentável.

    A Accor adquiriu o grupo Orient Express em 2018 e logo depois lançou a primeira reformulação do trem mais famoso do mundo em mais de 100 anos.

    A embarcação terá 54 suítes, cada uma com 70 metros quadrados e sua jóia da coroa será uma suíte presidencial de 1.415 metros quadrados com vista panorâmica para o mar.
                                 
    Maior veleiro do mundo unirá luxo e sustentabilidade


    Os passageiros poderão desfrutar de duas piscinas, um bar speakeasy e de dois restaurantes de luxo.

    O Orient Express Silenseas também receberá uma programação de cultura, música e arte. Um cabaré anfiteatro receberá apresentações especiais e também há um estúdio de gravação privado a bordo.

    Tratamentos de spa e sessões de meditação oferecem tempo para relaxar e se desconectar do mundo exterior enquanto estão rodeados pelo oceano. As explorações de escala nos portos oferecem aos hóspedes a chance de desembarcar para descobrir tesouros culturais.

    “Com o Orient Express Silenseas, estamos iniciando um novo capítulo em nossa história, levando a experiência e a excelência das viagens de luxo e transpondo-as para os mares mais bonitos do mundo”, disse Sébastien Bazin, presidente e diretor executivo da Accor.

    “É um barco projetado para transformar sonhos em realidade, uma vitrine do melhor savoir-faire francês.”

    Orient Express Silenseas é uma parceria entre a Accor e a Chantiers de l'Atlantique, uma empresa líder em construção naval.

    Fonte: The National News

    Troca de comando na Capitania dos Portos do Paraná

    “Saio com a sensação de dever cumprido e com muita gratidão”, disse o Capitão de mar e guerra André Luiz Morais de Vasconcelos.
                    
    Capitania dos Portos do Paraná realiza cerimônia para troca comando
    Foto: Claudio Neves/Portos dos Paraná

    A Capitania dos Portos do Paraná (CPPR) está sob novo comando. Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (13), o capitão de mar e guerra André Luiz Morais de Vasconcelos passou a função ao capitão de fragata, Anderson Brito de Melo.

    Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana, o comandante-geral do 8º Distrito Naval, vice-almirante Guilherme da Silva Costa, e o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

    “A Marinha tem ajudado muito o Estado do Paraná em uma parceria extraordinária, não apenas pelos portos paranaenses, colaborando para o avanço de obras importantes como a derrocagem das Pedras da Palangana e demais ampliações da capacidade operacional, mas em todas as demais áreas de atuação”, destacou Piana.

    “Em nome do governador Carlos Massa Ratinho Junior, coloco o Governo do Estado à disposição do novo comandante para dar sequência aos esforços conjuntos em prol do Litoral do Paraná”, completou o vice-governador.

    Sobre o comando que se encerra, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que foram dois anos de dedicação e trabalho intenso. “Foram anos de parceria, não olhando somente o lado da Marinha, mas olhando e entendendo toda a necessidade da Comunidade Portuária do Estado”, afirmou.

    Dando boas-vindas ao novo comando, o gestor da Portos do Paraná desejou que o trabalho siga em prol do desenvolvimento dos portos paranaenses, sem deixar de lado a segurança da navegação.

    “O alinhamento entre as duas autoridades, marítima e portuária, é importante para que a gente consiga andar para o mesmo sentido de uma forma célere”, afirmou.

    Destacando a experiência, segurança e precisão do comandante Vasconcelos à frente do comando no Paraná, o vice-almirante Guilherme da Silva Costa, comandante-geral do 8º Distrito Naval da Marinha do Brasil, afirma que ele soube se dedicar às funções assumidas e que a integração com os diversos entes da comunidade portuária foi característica marcante no desempenho das funções.

    “Saio com a sensação de dever cumprido e com muita gratidão”, disse o Capitão de mar e guerra André Luiz Morais de Vasconcelos. “Fui muito bem recebido pela população parnanguara. Volto ao Rio de Janeiro, dando sequência à minha carreira. Tenho certeza que a Capitania dos Portos do Paraná, agora sob comando do comandante Melo, vai seguir desempenhando um belo trabalho junto à comunidade local, em especial a portuária”, disse.

    Em uma primeira atuação no Sul do Brasil, o novo comandante afirma que o alinhamento entre Porto e Marinha é essencial para a solução dos eventuais problemas.

    “A Marinha está aqui para ajudar a melhorar, cada vez mais, os processos. E atuar para que os portos paranaenses tenham cada vez mais sucesso”, afirmou Melo.
                                  

    A criação das Capitanias dos Portos data do ano de 1845, quando o Imperador, através do Decreto nº 35 de 14 de agosto daquele ano, autorizou o Governo a estabelecer uma Capitania dos Portos em cada província marítima do Império.

    É uma Organização Militar subordinada ao Comando do 8º Distrito Naval e que tem como propósito contribuir para a orientação, coordenação e controle das atividades relativas à Marinha Mercante e organizações correlatas, no que se refere à segurança da navegação, defesa nacional, salvaguarda da vida humana no mar e prevenção da poluição hídrica.


    Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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